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Marselha hotels

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Marselha cheap hotels
pics by Panoramio: Olivier Faugeras, Olivier Faugeras, Olivier Faugeras



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Radisson Sas Marseille Vieux Port em 38-40 Quai Rive Neuve, Marseille, 13007, Frana Radisson Sas Marseille Vieux Port
38-40 Quai Rive Neuve, Marseille
Comentários: 8.17. A partir de EUR 128.00


Newhotel Of Marseille - Le Pharo em 71 Boulevard Charles Livon, Marseille, 13007, Frana Newhotel Of Marseille - Le Pharo
71 Boulevard Charles Livon, Marseille
Comentários: 8.40. A partir de EUR 110.00


Newhotel Vieux-port em 3 bis, rue Reine-Elisabeth, Marseille, 13001, Frana Newhotel Vieux-port
3 bis, rue Reine-Elisabeth, Marseille
Comentários: 8.27. A partir de EUR 90.00


Villa Massalia Concorde em 17 Place Louis Bonnefon, Marseille, 13008, Frana Villa Massalia Concorde
17 Place Louis Bonnefon, Marseille
Comentários: 8.52. A partir de EUR 93.00


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Hotéis Marselha - Sobre Marselha


Marselha (em francês Marseille e em provençal Marselha) é a segunda maior cidade de França. Localizada na antiga província da Provença e na costa do Mediterrâneo, é o maior porto comercial do país. Tem uma população de 820.900 (censo de 2005), que ascende a 1.605.000 na área urbana de Marselha-Aix-en-Provence.

Marselha é a capital do departamento de Bocas do Ródano. Foi povoada pelos gregos no século VII a.C. Passou para o domínio romano em 49 a.C. Na antiguidade tinha a designação de Massilia.



Marselha foi fundada em 800 a.C. pelos gregos como sendo um porto de comércio sob o nome de Μασσαλία (Massalía). Foi invadida por celtas e então conquistada pelos romanos. Durante os tempos da Roma Antiga, era chamada de Massilía.

Durante a Idade do Ferro – e a colonização fenícia nos finais do séc. IX a.C., o surgimento do império Assírio que era a grande entidade política em ascensão no mediterrâneo oriental, e em conseqüência a influencia da cidade fenícia ao impedir as trocas comerciais com o Mar Vermelho, com a Anatólia e com a Síria. Voltaram às relações comerciais para o Ocidente. Assim, fundou em 820 a.C. a colónia de Kition (Chipre), e em 814 a.C. funda Cartago. As colônias peninsulares terão sido fundadas por esta altura. Os fenícios introduziram na Península Ibérica a metalurgia do ferro, a roda de oleiro, o melhoramento da exploração dos recursos marinhos (incluindo a utilização do murex na tinturaria, e a preparação de peixe salgado e condimentos para exportação), o vinho e o azeite. No plano social, introduziu a escrita, o conceito de cidade e novos rituais religiosos.

A influência fenícia começa a reduzir-se no início do séc. VI a.C.. Ao inundar os mercados orientais com a prata das suas colônias peninsulares, Tiro provocou a desvalorização do metal, o que mergulhou a cidade numa crise da qual nunca recuperou. Com a absorção da cidade no Império Babilônio, as suas colônias peninsulares são abandonadas. A monarquia de Tartessos também acaba por cair devido à estreita ligação que mantinha com a Fenícia. Segundo Heródoto, o convite de Argantónio de Tartessos dirigido aos gregos (para que estes se instalassem, substituindo os fenícios) terá resultado da decadência de Tiro. No entanto, foi Cartago quem veio efetivamente a ocupar o lugar da antiga cidade fenícia. É de referir que a presença fenícia se reduziu à Andaluzia, não existindo provas de que tivessem alguma vez existido povoados fenícios no atual território português.É através de Heródoto que sabemos que o primeiro grego a chegar a Tartessos foi Colaios de Samos, ao que parece acidentalmente, no ano de 630 a.C..

Terão sido os cidadãos de Fócida os primeiros a realizar viagens ao distante ocidente e à Ibéria. Os habitantes da colônia focense de Massália terão então fundado a colônia de Empórion. Quando Fócida foi ocupada pelos Persas no séc. VI a.C., os focenses instalaram-se na Córsega e não na Península Ibérica, o que reflete até certo ponto as dificuldades que estariam a sentir os colonos gregos. No mediterrâneo ocidental, a partir do séc. VI a.C., a influência púnica estende-se nas costas da Sardenha e da Sicília. São realizadas explorações no Atlântico, quer para norte quer para sul, através dos exploradores Himílcon e Hanon.

No restante mediterrâneo ocidental, a colônia focense de Massália (independente desde os finais do séc. VI a.C.) domina o golfo de Leão e controlava as rotas de estanho das Ilhas Britânicas. A parte norte da Península Itálica era controlada pelos Etruscos, e no restante território destacavam-se diversas colônias gregas. O domínio helênico estendia-se ainda à maior parte da Sicília. Com a exceção da Sicília, Gregos e Cartagineses parecem ter coexistido sem conflitos de maior (com a exceção da batalha naval de Alália). Ao longo do séc. V a.C., alguns indícios de grandes tensões começam a fazer-se sentir no interior da Europa. Movimentações de povos quebram o equilíbrio estabelecido entre os Massaliotas e as populações do interior, com enormes perdas para o comércio.

A Etrúria, pressionada a sul pelo crescimento de Roma, não consegue conter as vagas invasoras que vêm do norte. Nos inícios do séc. IV a.C., os Celtas penetram na Península Itálica, saqueiam Roma e instalam-se nas planícies do Rio Pó (anteriormente uma possessão Etrusca).

O poema "Orla marítima" composto por Rufio Avieno no séc. IV d.C. relata a aventura de um navegador grego de Massália (Marselha) nos finais do séc. VI a.C. Neste poema, é relatada a existência de etnias iberas da fachada atlântica - os Estrímnios e os Cinetes, herdeiros da cultura megalítica e aparentemente responsáveis pelo comércio com o atlântico norte. O reino de Tartessos seria uma facção da etnia Cinética. Por outro lado, o poema relata a existência de povos de origem continental (da invasão indo-européia de 650-600 a.C.) - os Sepes e os Sempsos, que teriam ocupado o território dos Estrímnios e dos Cinetes.

Desta junção de tribos iberas e celtas, resultaram os Celtiberos, que juntaram o caráter agrário dos invasores da Europa central, à vocação marítima dos primeiros habitantes. Estes invasores são responsáveis pelo sufixo dunuum e briga em palavras como Conímbriga (que veio a dar o nome à cidade de Coimbra), Caetóbriga (Setúbal), Miróbriga (Santiago do Cacém), e Lacóbriga (Lagos). Este poema também refere os Draganes - povos de origem céltica que habitavam a Galiza. Deste poema, fica indiscutível a localização do reino de Tartessos (a este do rio Guadiana) e o surgimento de um ponto comercial e militar mais antigo da frança: a cidade de Marselha.

Em 1934 Alexandre I da Iugoslávia chegou ao porto para se encontrar com o ministro do Exterior Louis Barthou. Alexandre I foi assassinado no local por Vlada Georgieff, que odiava a recusa de Alexandre em reconhecer a Croácia como um estado distinto.



O porto de Marselha é o mais importante da França e um dos mais importantes do Mar Mediterrâneo.



O Hino nacional da França "La Marseillaise" tem este título por causa das tropas revolucionárias de Marselha.

O baralho de tarô mais propagado no mundo vem de Marselha. É denominado Tarô de Marselha e foi usado para jogar a variante local do tarocchi, antes ser usado na cartomancia.





Pastis (bebida alcoólica à base de especiarias e anis), aïoli (molho a base de alho e azeite de oliva), tapenade (creme à base de anchovas, azeitonas, alcaparras e alho), bouillabaisse (prato à base de peixes de rocha, temperos e legumes), panisse (galette de farinha de grão-de-bico), navette (biscoito pequeno muito duro e aromatizado com flor de laranjeira na forma de pequeno barco).



A vasta maioria dos marselheses é descendência originária das ondas de imigrantes que chegaram ao porto no começo do século XIX. Tal como armênios, espanhóis, italianos, gregos, árabes, judeus, russos, comorianos e norte-africanos. Aproximadamente 25 por cento da população de Marselha é de origem norte-africana, na maior parte argelinos e marroquinos. A comunidade judaica (maioria Sefardita) é também a terceira maior na Europa.





MATTOSO, José. História de Portugal. vol. 1, ed. Estampa

SERRÃO, Joaquim Veríssimo. História de Portugal. vol. 1, ed. Verbo 1976.





Marselha (em francês Marseille e em provençal marselha) é a segunda maior cidade de França. Localizada na antiga província da Provença e na costa do Mediterrâneo, é o maior porto comercial do país. Tem uma população de 820.900 (censo de 2005), que ascende a 1.605.000 na área urbana de marselha-Aix-en-Provence.

Marselha é a capital do departamento de Bocas do Ródano. Foi povoada pelos gregos no século VII a.C. Passou para o domínio romano em 49 a.C. Na antiguidade tinha a designação de Massilia.



marselha foi fundada em 800 a.C. pelos gregos como sendo um porto de comércio sob o nome de Μασσαλία (Massalía). Foi invadida por celtas e então conquistada pelos romanos. Durante os tempos da Roma Antiga, era chamada de Massilía.

Durante a Idade do Ferro – e a colonização fenícia nos finais do séc. IX a.C., o surgimento do império Assírio que era a grande entidade política em ascensão no mediterrâneo oriental, e em conseqüência a influencia da cidade fenícia ao impedir as trocas comerciais com o Mar Vermelho, com a Anatólia e com a Síria. Voltaram às relações comerciais para o Ocidente. Assim, fundou em 820 a.C. a colónia de Kition (Chipre), e em 814 a.C. funda Cartago. As colônias peninsulares terão sido fundadas por esta altura. Os fenícios introduziram na Península Ibérica a metalurgia do ferro, a roda de oleiro, o melhoramento da exploração dos recursos marinhos (incluindo a utilização do murex na tinturaria, e a preparação de peixe salgado e condimentos para exportação), o vinho e o azeite. No plano social, introduziu a escrita, o conceito de cidade e novos rituais religiosos.

A influência fenícia começa a reduzir-se no início do séc. VI a.C.. Ao inundar os mercados orientais com a prata das suas colônias peninsulares, Tiro provocou a desvalorização do metal, o que mergulhou a cidade numa crise da qual nunca recuperou. Com a absorção da cidade no Império Babilônio, as suas colônias peninsulares são abandonadas. A monarquia de Tartessos também acaba por cair devido à estreita ligação que mantinha com a Fenícia. Segundo Heródoto, o convite de Argantónio de Tartessos dirigido aos gregos (para que estes se instalassem, substituindo os fenícios) terá resultado da decadência de Tiro. No entanto, foi Cartago quem veio efetivamente a ocupar o lugar da antiga cidade fenícia. É de referir que a presença fenícia se reduziu à Andaluzia, não existindo provas de que tivessem alguma vez existido povoados fenícios no atual território português.É através de Heródoto que sabemos que o primeiro grego a chegar a Tartessos foi Colaios de Samos, ao que parece acidentalmente, no ano de 630 a.C..

Terão sido os cidadãos de Fócida os primeiros a realizar viagens ao distante ocidente e à Ibéria. Os habitantes da colônia focense de Massália terão então fundado a colônia de Empórion. Quando Fócida foi ocupada pelos Persas no séc. VI a.C., os focenses instalaram-se na Córsega e não na Península Ibérica, o que reflete até certo ponto as dificuldades que estariam a sentir os colonos gregos. No mediterrâneo ocidental, a partir do séc. VI a.C., a influência púnica estende-se nas costas da Sardenha e da Sicília. São realizadas explorações no Atlântico, quer para norte quer para sul, através dos exploradores Himílcon e Hanon.

No restante mediterrâneo ocidental, a colônia focense de Massália (independente desde os finais do séc. VI a.C.) domina o golfo de Leão e controlava as rotas de estanho das Ilhas Britânicas. A parte norte da Península Itálica era controlada pelos Etruscos, e no restante território destacavam-se diversas colônias gregas. O domínio helênico estendia-se ainda à maior parte da Sicília. Com a exceção da Sicília, Gregos e Cartagineses parecem ter coexistido sem conflitos de maior (com a exceção da batalha naval de Alália). Ao longo do séc. V a.C., alguns indícios de grandes tensões começam a fazer-se sentir no interior da Europa. Movimentações de povos quebram o equilíbrio estabelecido entre os Massaliotas e as populações do interior, com enormes perdas para o comércio.

A Etrúria, pressionada a sul pelo crescimento de Roma, não consegue conter as vagas invasoras que vêm do norte. Nos inícios do séc. IV a.C., os Celtas penetram na Península Itálica, saqueiam Roma e instalam-se nas planícies do Rio Pó (anteriormente uma possessão Etrusca).

O poema "Orla marítima" composto por Rufio Avieno no séc. IV d.C. relata a aventura de um navegador grego de Massália (Marselha) nos finais do séc. VI a.C. Neste poema, é relatada a existência de etnias iberas da fachada atlântica - os Estrímnios e os Cinetes, herdeiros da cultura megalítica e aparentemente responsáveis pelo comércio com o atlântico norte. O reino de Tartessos seria uma facção da etnia Cinética. Por outro lado, o poema relata a existência de povos de origem continental (da invasão indo-européia de 650-600 a.C.) - os Sepes e os Sempsos, que teriam ocupado o território dos Estrímnios e dos Cinetes.

Desta junção de tribos iberas e celtas, resultaram os Celtiberos, que juntaram o caráter agrário dos invasores da Europa central, à vocação marítima dos primeiros habitantes. Estes invasores são responsáveis pelo sufixo dunuum e briga em palavras como Conímbriga (que veio a dar o nome à cidade de Coimbra), Caetóbriga (Setúbal), Miróbriga (Santiago do Cacém), e Lacóbriga (Lagos). Este poema também refere os Draganes - povos de origem céltica que habitavam a Galiza. Deste poema, fica indiscutível a localização do reino de Tartessos (a este do rio Guadiana) e o surgimento de um ponto comercial e militar mais antigo da frança: a cidade de Marselha.

Em 1934 Alexandre I da Iugoslávia chegou ao porto para se encontrar com o ministro do Exterior Louis Barthou. Alexandre I foi assassinado no local por Vlada Georgieff, que odiava a recusa de Alexandre em reconhecer a Croácia como um estado distinto.



O porto de marselha é o mais importante da França e um dos mais importantes do Mar Mediterrâneo.



O Hino nacional da França "La Marseillaise" tem este título por causa das tropas revolucionárias de marselha.

O baralho de tarô mais propagado no mundo vem de Marselha. É denominado Tarô de Marselha e foi usado para jogar a variante local do tarocchi, antes ser usado na cartomancia.





Pastis (bebida alcoólica à base de especiarias e anis), aïoli (molho a base de alho e azeite de oliva), tapenade (creme à base de anchovas, azeitonas, alcaparras e alho), bouillabaisse (prato à base de peixes de rocha, temperos e legumes), panisse (galette de farinha de grão-de-bico), navette (biscoito pequeno muito duro e aromatizado com flor de laranjeira na forma de pequeno barco).



A vasta maioria dos marselheses é descendência originária das ondas de imigrantes que chegaram ao porto no começo do século XIX. Tal como armênios, espanhóis, italianos, gregos, árabes, judeus, russos, comorianos e norte-africanos. Aproximadamente 25 por cento da população de marselha é de origem norte-africana, na maior parte argelinos e marroquinos. A comunidade judaica (maioria Sefardita) é também a terceira maior na Europa.





MATTOSO, José. História de Portugal. vol. 1, ed. Estampa

SERRÃO, Joaquim Veríssimo. História de Portugal. vol. 1, ed. Verbo 1976.





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Fonte: CIA Factbook, Wikipedia


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